Archive | outubro, 2013

Casos e mais casos

25 out

Olás,

Volta e meia acontece alguma coisa muito louca por aqui e eu esqueço de compartilhar com o mundo. Esqueço desse blog, não me julguem! Não tô acostumada a contar casos escrevendo – sou mais do tipo que fala (bastante) quando me perguntam daqui. Mas, devido às atuais circunstâncias falta de crédito no celular, tenho que recorrer ao blog. Bora lá então:

  1. Quarta-feira teve corrida com “roupas de baixo”, organizada por uma sociedade de voluntários que ajudam instituições a arrecadar dinheiro. Quem quisesse participar, deveria recolher dinheiro e correr só com suas roupas de baixo… Sim, cueca ou calcinha/sutiã. Sim, tinham meninas participando também. E sim, tava um frio de 8º e chovendo enquanto essas pessoas doidas corriam pelo campus. Foi uma bagunça que só, mas muito, muito engraçado! Incrível como esse tipo de bagunça só dá certo num lugar assim, onde as pessoas são civilizadas a ponto de ninguém ficar zoando o corpo do coleguinha ou de faltar com respeito às mulheres que estavam lá também. Sem falar que tinha muito homem lindo só tinha gente bonita participando. Nem foi ruim ver…
  2. Amanhã vou fazer hiking. Não sei se vou sobreviver, então deixo aqui minhas palavras finais de agradecimento a quem me aturou durante esse anos. Um beijo. (piadinhas a parte, vamos pra Glendalough, onde dizem que a paisagem é maravilhosa… acompanhe pelo fb e instagram!)

Beijos de frio

Quem é vivo sempre aparece

20 out

Olás,

Prometo que num futuro não tão distante vou escolher uns títulos de post mais interessantes e menos bregas. Por enquanto, é isso que temos para hoje.

Em 3 dias faço 1 mês de Dublin e tanta coisa boa tem acontecido que fica difícil por em palavras todas elas. Esse aqui é na verdade um post de agradecimento: aos meus pais, a Deus, aos meus irmãos, familiares e amigos. Obrigada por não terem me esquecido nesse primeiro um mês. Não sei o que eu faria sem vocês me apoiando nesse primeiro momento.

O curso tá cada dia mais desafiador. Escolher o tema de dissertação tá impossível muito difícil. Tudo parece interessante, gente! Existe uma desvantagem muito grande em ser eu morar na minha cabeça pensar como eu penso, que se chama: excesso de interesse. Tudo é legal, tudo é potencialmente tema de pesquisa, tudo tem seu charme. Por enquanto, quero escrever sobre como a corrupção pode dificultar o desenvolvimento. Amanhã, eu posso mudar pra empresas privadas e o desenvolvimento. No dia seguinte, moda. Sei lá, tudo legal, tudo me interessa. Tá osso. (Bela, essa é pra vc. Se temos algo em comum, certeza que é essa indecisão…)

Cada dia conheço um pouco mais sobre os meus flatmates. Sei que a Elle adora chá preto com leite e que não consegue lavar a colher que usa pra misturar essa bagunça aí. Deve ser pobrema. Sei também que o Kevin é o mais bagunceiro dos meninos e que ele é bastante tímido. Nunca troquei mais palavras do que “Hi” e “sorry” com ele. Um grande falador, fala pelos cotovelos. Já o Jason curte uma amiga mulher. Nunca vi tanta menina diferente naquela cozinha. Não entendo 80% do que ele fala, por isso não posso dizer com certeza se ele é simpático ou não. Deve ser. Elise é minha BFF aqui, fazemos todas as programações de gringa juntas. Um amor de pessoa!

Também tenho aprendido que chuva não impede ninguém de sair de casa; que irlandês é um povo muito simpático e educado, mas que são tão barulhentos e MAIS bêbados no dia-a-dia que brasileiro; que essa língua que eles falam não é inglês, é um trem da roça bem mineirim assim sô – versão Irlanda; que fazer coleta de lixo não é opção, é obrigação; que passar maquiagem até ficar irreconhecível é obrigatório para meninas de -18 anos; e, finalmente, que fazer amizade com estrangeiros é o melhor passo pra sentir menos saudade de casa.

Beijos de amor,

18 Life Lessons Learned From Traveling The World

19 out

A gente vai aprendendo algumas dessas coisas pelo caminho! Viajar é tão bom e se não for, no mínimo, divertido, então o problema está na cabeça de quem viaja.. não é?

Thought Catalog

I never thought I would still be nomadic. My original round-the-world trip was only supposed to last one year before I went back home, found a “real” job, settled down, and by now, be married, have a house, 2.5 children, and complain about my retirement fund to my friends.

Yet life took a decidedly different turn and here I am, seven years later, writing this from an overnight train to Copenhagen with the same desire to explore the world and no sign of stopping soon.

After so many years on the road, there are a few life lessons I’ve learned from travel that I never would have learned otherwise and I wanted to share with you today.

1. It’s not that hard.

Every day, people get up, go out the door to travel the world, and survive and thrive. Kids as young as 18 make their way around the world…

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Breve caso da noite anterior

13 out

Oi!

Esse post é mais pra que eu depois leia e ria sozinha das coisas que acontecem aqui. Ontem fui num pub/club chamado The Grand Social com uns amigos. Lugar bacana, dj tocando rock no primeiro andar e música eletrônica no segundo.

  1. No fim da noite, depois que quase todos os amigos já tinha ido embora, eu fiquei no primeiro andar com sono curtindo uma musiquinha pesada tranquiila quando um rapaz doido me puxa e diz que tudo que ele precisava dizer era que eu era muito bonita. E foi embora. Fiquei meio sem entender, mas ok, obrigada, vida que se segue. Uma hora depois ele volta e diz que não, não sou bonita. Sou divina. Você tem namorado? Sim? Então, se vc ficar solteira… não me procure. Nunca vou conseguir dar conta de vc, é muito pra mim. OI? Fiquei lisonjeada e em choque. Não respondi nada. Até agora não sei o que eu poderia ter respondido. Eu hein…
  2. Entre uma conversa e outra com esse pessoal estranho entrosado, fui no banheiro e encontrei uma moça, irlandesa, desconhecida, que precisava de ajuda pra fechar o zíper da roupa dela. Ajudei e quando eu virei o rosto pra ela, ela, em choque, disse que VOCÊ É UM AVATAR! OOOH MYYYY GOOOOOD! This is a compliment, by the way. Gente? Alguém me explica? Pra variar, não respondi nada. Essa não merecia uma resposta mesmo…

A conclusão da noite resolve meu dilema dos posts anteriores: não tenho cara de nacionalidade nenhuma porque eu sou um avatar!

Beijos de confusão!

 

Promessa é dívida, então…

9 out

…não vou mais ficar endividada! Eis aqui o post com fotos tiradas até o momento de Dublin. Que cidade legal, gente! Não é uma cidade charmosa como Paris, nem moderna como Berlim, ou medieval-assustadora como Praga… mas é uma cidade ESPECIAL! Tem todas essas características, mas nenhuma dominante. É bonita sem forçar beleza. É simpática sem exigir simpatia de volta. É uma cidade agradável, mesmo com o clima imprevisível. É uma cidade querida.

(Fotos de celular, desculpem a qualidade. Todo mundo sabe o tanto que minha memória é horrível boa pra caramba, então já aviso que não consegui decorar o nome de todos os lugares. Ficam todos no centro, porém, exceto o ponto de ônibus e a rua que eu moro. )

Beijos de muita saudade,

Rua que eu moro no campus da DCU

Rua que eu moro no campus da DCU

Ponto de ônibus :P

Ponto de ônibus 😛

Jpeg

Grafton's Street

Grafton’s Street

Stephen's Green Park

Stephen’s Green Park

Jpeg

The Temple Bar (o bairro!)

The Temple Bar (o bairro!)

Trinity College

Trinity College

Trinity College

Trinity College

Igrejinha escondida

Igrejinha escondida

Desaventuras em série

1 out

Olá!

Resolvi que hoje era dia de atualizar o blog, mas acontece que não aconteceu tanta coisa assim nos últimos dias, então estou sem assunto sem muita coisa pra contar. Vou resumir então duas historinhas de coisas que aconteceram comigo nos últimos dias. Sem fotos dessa vez, mas prometo que logo mais posto algumas… (oi, instagram e facebook?)

  1. Estava voltando do centro pra casa, quando, ao atravessar uma pontezinha bonitinha, um rapaz simpático me perguntou onde era a rua X e eu apontei pra direção que eu achava que era. Depois me perguntou de que país eu era e eu disse “adivinha!!” (meu jogo preferido atualmente!) e ele disse que eu não tenho cara de que venho de país nenhum… Gentilmente e com um sorriso amarelo no rosto, eu disse que era brasileira e ele achou que eu poderia ser do Marrocos, o país de origem dele.  Disse que eu era muito bonita e perguntou se eu queria tomar um café com ele e eu, meio sem acreditar que ele tava MESMO me cantando embaixo de chuva, em cima de uma pontezinha nada a ver, na hora do rush, pensei comigo mesma “NEM MORTA”. Mas, educada como sou (beijos mãe que me educou na Suiça), disse “não posso, sou comprometida” (uma mentirinha pode nessas horas, né?). O moço, que eu apelidei mentalmente de Mohammed, não curtiu minha resposta e tentou me dar um beijo a força. Fui esperta e ele me beijou só na bochecha… Vi que tava muito perigosa essa brincadeira e gritei pra minha amiga, que estava conversando com o amigo dele, “corra pras montanhas” “vamos embora!!”. Saí correndo e nunca mais vi Mohammed…
  2. Peguei ônibus esses dias cheia de sacolas, morta de cansaço, doida pra chegar em casa. Esperei pacientemente pelo meu ponto e, quando finalmente chegou, o motorista não me viu e fechou a porta quase que na minha cara. Fiquei sem entender, mas ele abriu a porta bem rápido. Tão rápido que prendeu meu pé nela e eu custei a me “desprender”. Quando eu consegui descer, olhei pros lados e… tinha descido no ponto errado. É, todo dia dou um vacilo desses!

Por hoje é só.

Beijos saudosos!